Sou um ser racional,
Mas em verdade sou um desastre,
Porque apreendo em sístole
E me exponho em diástole.
E nesse pulsar, ando às tontas
- delirante e titubeante,
É esta a minha marca.
O brilho da minha vida
É inconstante, já bruxuleante
Como o farol de uma ilha
Que nenhum navio atraca.
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